“Aprender a desenhar é aprender a nomear o reportório do firmamento do nosso Universo.”
Juan Jose Molina
O Desenho não é apenas aptidão de expressão ou área de investigação nos mecanismos de perceção, de figuração, ou de interpretação; é também forma de reagir, é atitude perante o mundo que se pretende atenta, exigente, construtiva e liderante.
São parte do Desenho e da sua didática, três áreas de exploração: a perceção visual, a expressão gráfica e a comunicação.
A perceção visual debruça-se sobre as condicionantes biopsicológicas presentes perante o que é percebido visualmente. O seu estudo permite apontar procedimentos que tomarão a expressão gráfica mais eficaz ou competente quanto à sintaxe percetiva e cognitiva e uma crescente acuidade analítica na perceção e expressão. No estudo da expressão gráfica está incluído o domínio das convenções sociais ou culturais no que respeita a recursos de comunicação; e, também, os contributos que advêm diretamente da capacidade tecnológica humana. Cabe aqui o estudo de suportes, normalizações, instrumentos, meios de registo, alfabetos do traço e da mancha, convenções matéricas e todos os restantes recursos do desenho, incluindo a infografia.
No que respeita ao estudo dos processos de comunicação, são inscritas áreas que tomam como objeto a função semântica que o desenho encerra, distinguindo-se os respectivos planos de expressão e de conteúdo. Cabe aqui também uma perspetiva do desenho quer contemporâneo (sincronia) quer ao longo dos tempos (diacronia).
O Desenho é uma disciplina trienal obrigatória que se inicia no 10º ano, integra a componente de formação técnico-artística dos planos de estudo de todos os nossos cursos e tem um programa de nível nacional.
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Documentação
Programa
>> Desenho A – 10º ano
>> Desenho A – 11º e 12º anos
>> Critérios gerais da Escola
>> Critérios de avaliação de Desenho
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Docentes de Desenho em exercício na escola
A coordenação da disciplina é assegurada pelo professor Rui Silva.
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Portfolio dos Alunos
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